A degeneração do amor é o processo mais comum entre os humanos. Nunca se viu um tipo de amor tão desnaturado como o que alimentamos entre nós.

A degeneração do amor é o processo mais comum entre os humanos. Nunca se viu um tipo de amor tão desnaturado como o que alimentamos entre nós.

Today I went to Asia and this was the surprise that I had:
Link: Haydarpaşa – Kadıköy 4 May 2012
…a concert of classical music in the Haydarpaşa Station in Kadıköy! How beautiful it was!

Istambul mais que uma bela paisagem ou um simples destino turístico é uma cidade a ser descoberta – onde o velho e o novo mundo se encontram, um intercalar entre o Ocidente e o Oriente.
Istambul é feita de cores, odores e movimento. É uma das metrópoles mais completas do mundo em termos de diversidade cultural e riqueza histórica. Trata-se de um dos principais centros culturais, comerciais, industriais e turísticos da Turquia.
O enredo desta cidade foi escrito ao longo dos séculos: entre histórias de sultões do tempo de grandes impérios entre o Otomano e o Romano do Oriente, a movimentos revolucionários pela honrosa Independência trazidos pelo herói nacional Mustafa Kemal Atatürk, até à sua aproximação e desejo contemporâneo de ocidentalização.
A sua História continua viva e espelhada no rosto do seu povo, nas tradições que perduram e nas velhas mesquitas e monumentos que a ornamentam. A Constantinopla que outrora fora, mantém-se viva e mais encantadora que nunca.
A quem é dada a oportunidade de sentir Istambul, guarda o segredo de uma experiência única. Namorar Istambul assemelha-se a um relacionamento apaixonante que se intensifica com o tempo e com o entusiasmo da descoberta. Quem a visita é raro sofrer de arrependimento, a não ser o de não poder saborear Istambul por mais tempo.
Para conhecer bem uma cidade há que se perder dentro dela, só assim se pode desvendar o verdadeiro encanto que existe no seu interior. A viagem dentro desta cidade inicia-se sempre numa constante confusão de passos. Porém, há que aprender a saborear calmamente o caos, e entre a agitação que nos rodeia aproveitar para sentir o aroma dos velhos bazares, das ‘spicy shops’, do fumo proveniente dos narguilés e inspirar a atmosfera salgada que a corrente do Bósforo arrasta pelo ar. Isto tudo enquanto se bebe mais um típico çay preto servido nos pequenos copos em forma de túlipa, e se lançam os dados para mais um jogo de tavlas.
A rotineira chamada religiosa que ecoa pela cidade vinda das centenas de minaretes das antigas mesquitas relembra-nos onde estamos, despertando-nos para o começo de um novo dia e rito. Percorrendo as ruelas laterais desta cidade, principalmente perto da İstiklal Caddesi, encontra-se o sabor de outros tempos guardado ora atrás de vitrinas empoeiradas de antiquários, ora empilhado em velhas malas de viagem (verdadeiras suitcases of memories) repletas de fotografias e imagens envelhecidas de pessoas, lugares e realidades passadas que se podem adquirir em troca de poucas liras turcas.
Se há cidades que nunca dormem Istambul é sem dúvida uma delas. A oferta diurna é tanta quanto a nocturna: quando a noite cai os velhos prédios do centro da cidade enchem-se e preenchem a agitação que poderia faltar depois do sol se pôr, oferecendo em cada um dos seus múltiplos pisos diversos bares que transbordam de um ambientalismo de cruzamento oriental, ocidental e cosmopolita.
Alguns pontos nocturnos atractivos e os quais não podem passar despercebidos a qualquer jovem turista são: os diversos cafés de Narguilé; o Araf bar com música ao vivo aos domingos; a Kooperatif com constantes jam sessions; o Hawai que no seu 3º e último piso esconde um bar de blues com uma decoração e ambiente fantásticos; o Eski beyrut e o Beat – pontos habituais para qualquer estudante de Erasmus e visitante mais mundano.
Istambul não é só o destino estigmatizado de um mundo muçulmano repleto de mesquitas, véus, kebap e de desordem. Há muito para se ver e viver nesta grande metrópole. O seu fascínio está disperso por todas as suas paisagens, os seus cheiros, os múltiplos paladares que oferece e as suas gentes. Para além das zonas mais turísticas como Ortaköy, Taksim, Eminönü e Sultanahment, Istambul esconde no seu lado asiático um ambiente mais distinto e de certa forma sereno, como o que se pode encontrar nos distritos de Üsküdar ou Kadiköy e claro, nas formosas Ilhas Príncipe.
Para quem tiver a possibilidade de visitar este burgo, apelidado no passado de Bizâncio, vai decerto conhecer a amabilidade e a perspicácia turca, e guardará para si um orbe nostálgico repleto de recordações, histórias e saudades. Aqui fica algo que mais que uma sugestão, ou uma ‘travel review’ trata-se da história de como alguém se pode vir a apaixonar pela velha Constantinopla.
Não sou das românticas, nunca fui. Certo é que também já fui menos, lá consegui fazer uns quantos (pequenos) progressos.
As histórias de amor são bonitas e calorosas de se ler ou ver em filmes hollywoodescos, mas não nos deixemos cair em falácias no que diz respeito ao campo amoroso!
Díficil é criar ou fomentar uma história de amor, e mais árdua tarefa é a de lhe dar continuidade! Já repararam como as bonitas histórias de amor que percorrem a nossa imaginação e infância à base da Disney deixam muito por contar?
Ora pois que não ficava nada bem contar como a bela adormecida, ou a branca de neve e seus respectivos príncipes tiveram uma vida desgraçada depois do suposto “happy ending” que fica por desenvolver… Não existem finais felizes, existem sim finais infelizes ou assim-assim com pequenas felicidades lá pelo meio que ajudam a alimentar a história de amor por mais ou menos perfeita que ela seja.
Não sou anti-romance, só não gosto é de me deixar levar nas imagens pré-concebidas do que é suposto ser o amor e como este deve proceder. Todos nós sabemos que a vida nem sempre é easy-going e que para fazer durar uma história de amor não basta o sentimento. Nem tudo é como deve ser. Por isso meninas e meninos, não se torturem por a vossa amorosa não ser um “mar de rosas” que supostamente o verdadeiro amor faz pintar/aspirar. Não é por terem uns quantos e ocasionais obstáculos acrescentados à vossa história que a faz perder o valor ou veracidade.
Deixemo nos então de histórias de amor e fiquemos pela imperfeição que nos foi dada. Sejam felizes – com ou sem o tal “happy ending” que as histórias romanescas nos fazem desejar.








































Today I am returning to my beloved country!
Even if it’s just for one month, this small trip will be wonderful since I am living in Istanbul for 5 months now and therefore is time to see my old friends, family and familiar places.

“The human being stands as the only being that exists with the awareness of its own existence. Human beings live all phenomena, life cycles and realities that constitute their existence on planet earth intuitively while testing them through consciousness. Against its awareness of its end the human being is a creature devoted to life.”
in the exhibition ”White Seeders” in Istanbul (2011)
by
Johan Tahon