Maria de nome, Rita de coração.

Maria Rita vivia na ânsia de ter aquilo que não tinha e não era.

Todos os dias passava pela rua da saudade a maldiçoar a sorte que não tinha. Vivia sem viver. Passava os dias em correrias para sentir a utilidade da sua pessoa.Fazia favores em troca de amigos. Coleccionava recortes de frases feitas e imagens do seu quotidiano.

Maria Rita queria amar sem ser amada. Pedia perdão sem esperar pela absolvição.

De nome conhecia meio mundo, de toque… ninguém. 

Maria de nome e Rita de coração, vivia no impasse de viver. Perdida entre banalidades, cafés e cigarros. Maria Rita queria ser ela própria, mas escolheu ser como outra qualquer – porque a normalidade de ser é mais apreciada do que a excentricidade de ser única por ela própria.

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