Sussurros da cidade emprestada.

Avistando os telhados da minha cidade percorro as vaidades do meu ser.

Lisboa é minha de coração e só nele me consigo perder sem saber.

De portas do sol abertas o Tejo brilha em azulão, o vento entrelaça-se nos fios do meu cabelo e a sede de viver arde na minha garganta. O Hoje é meu e dele ninguém me tira.

Quero ver a lua cair sobre esta cidade que me foi emprestada para viver. Quero poder contar as histórias que ela me sussurra de olhos vendados.

Lisboa será sempre nossa: a dos sonhos, a dos turistas, a dos fregueses.

Lisboa a mulher que outrora foi menina  e decidiu crescer.

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