A importância de não se enganar a si mesmo

No amor, seja ele sobre outra pessoa ou sobre si mesmo, ninguém 
se deve enganar.

Existem dois pontos cruciais e que muitas vezes são descurados-
quer pela pessoa que é alvo do amor, como de quem o amor parte.

Essas duas premissas são:
- Não confundir carência com intimidade e/ou com real e contínuo 
interesse... e muito menos com amor;
-Tempo e espaço entre relações ou desamores é essencial. Não se 
deve cair no erro de tentar esquecer um amor com outro. Não é 
justo para ambas as partes.

Para os que questionam a minha suposta sabedoria sobre este 
assunto, a resposta é sim. Sim, aprendi pela percepção que retiro 
de casos de terceiros e também na primeira pessoa ao passar pelos 
dois lados possíveis desta barricada. E como tal digo outro sim 
para a pergunta que podem fazer a seguir - sim, as premissas 
funcionam.

Sobretudo, não enganem os outros e vocês próprios. Não apostem 
tudo se não têm para dar. Vão criar expectativas que acabarão 
por terra caídas.

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2 thoughts on “A importância de não se enganar a si mesmo

  1. A segunda premissa é verdadeiramente sábia. O tempo que é preciso dar. E não cair no engodo daquilo que há muitos anos ouvi na rádio o Machado Vaz descrever como a “relação-enfermeiro” em que doente e/ou enfermeiro(a) vão certamente dar-se mal.

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