Quanto de ti vais dar ao mundo?

Vais guardar-te para a altura certa, mesmo que esta não pareça chegar?

Vais optar por ficar estática(/o) à espera do que não chega?

Não achas que podes mudar de vícios e de preguiças?

Sentes que não tens força ou algo de bom para dar?

Tenta. Vai em frente.

Sem vergonhas, vive. Vive na cara dos desamigos, da tristeza, do desdém. Mas não atrases o passo.

Quanto de ti vais dar ao teu mundo? Tudo, um pouco ou nada?

Valoriza-te. Põe de ti no mundo – (e ele vai retribuir de volta, não esperes e vê).

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Alguém que te faz tremer ao passar

Há em quase todos nós alguém que ao passar nos faz tremer: Ao passar no outro lado da estrada, no nosso pensamento, nas nossas mãos…

Esse alguém que guarda uma parte que será sempre intocável em nós e que muitos vão tentar alcançar, mas que nunca vão igualar – e não será porque não queremos largar, mas porque a presença foi demasiado forte e quase incomparável.

Escondemos e inventamos novos cenários que encobrem essa mazela e assim vamos conseguindo viver de mansinho. Com um olho no passado, um pé no presente e com uma réstia de esperança guardada sobre esse alguém para o futuro.

Não existem grandes soluções para largar essa figura que na penumbra de nós se esconde e que fica no lado oculto do coração. A conformidade neste campo é o caminho. Não se ultrapassa, apenas colocamos o som do seu tocar no nosso consciente um pouco mais baixo – quase como um mormorinho.

Claro que a vida continua porque não se resume só aos affairs do coração,  mas a lacuna continuará ali e apenas estancada o suficiente para nos acalmar.

“Foi alguém que te conheceu e que te faz tremer ao passar…porque nunca deixaste de amar”

Quarter Life Poetry.

Illustrator Samantha Jayne knows exactly how you feel and she’s channeling those emotions into hilarious poems paired with adorable doodles. Her series “Quarter Life Poetry” is so on point, it’s hard to get past a single one without thinking “that’s me” and “same.”

Adulthood is often not what you dreamed it’d be growing up, but at least we’re not the only ones feeling that way. – via aplus.com

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